Olhar angolano no CINEPORT


“Angola Limitada” é o título do texto de abertura da exposição de fotografias do angolano Gita Cerveira, escrito por João Sá. Na mostra, uma Angola querendo sair dos estereótipos tradicionais. Uma nação gritando, clamando ao mundo, convocando a todos para ver que um país como Angola não tem limites. Sejam as belas mulheres e seus olhares envolventes em direção às lentes das câmeras. Assim como João Sá fala: “Dezoito para mostrar./ Províncias com ou sem estrelar o ovo/ quebrou quando o Kota gritou.../ ‘TUDO SEM LIMITES.’”

Gita Cerveira trabalha como engenheiro de som em Nova York, Paris e Cidade do Cabo. Já operou ao lado de feras do cinema português como João César Monteiro e José Fonseca e Costa. Atualmente, está em Cataguases para prestigiar “O Herói”, filme com nove indicações ao Troféu Andorinha. Em breve, Gita participará do I Encontro Nacional de Cinema e Audiovisual em Angola.













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