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Fruição, puro deleite

"Pensem no pioneirismo, pensem na aventura que era se fazer cinema nos anos 1920" - disse Mônica, referindo-se ao filme de Walfredo Rodriguez. "A Andorinha do CINEPORT está de volta ao seu ninho na Usina Cultural Energisa. E com ela chegam mais de 160 filmes entre curtas e longas que serão exibidos no transcorrer desses 10 dias de Festival. Todos vocês terão a oportunidade de desfrutar intensamente de dias e noites de muita fruição e puro deleite artístico e estético". "Importante reafirmar aqui", disse ainda, "que cinema é arte e indústria. É uma das atividades artísticas onde coletividade, trabalho e luta encontram-se tão presentes como em qualquer outra atividade, um trabalho febril e fabril. E é exatamente por ser tão trabalhoso fazer cinema que ele se reveste de um tom, diríamos, quase épico".

Por sua vez, o diretor-presidente da Energisa-Paraíba, Marcelo Rocha, reafirmou o apoio da Empresa ao CINEPORT e destacou a importância de se associar a imagem da Energisa ao poder público, buscando fomentar a cultura na Paraíba.

"É com muita honra que a cidade de João Pessoa recebe o Festival Cineport pela segunda vez, e não última" - disse o prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho. "Uma ousada iniciativa da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e da Energisa, com o apoio logístico da Prefeitura Municipal e do Governo do Estado. Essa fusão de esforços operacionais permitirá a difusão de emoções cinematográficas propulsora de mudanças e indutoras de enredos".



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