Dia do Evento
Abertura
20:00h
Sala Digital
Abertura do Festival
Sessão prêmio ENERGISA estímulo ao Audiovisual paraibano
20:30h
Local - Sala Digital

Duração da sessão 2h04m
Brincantes Visionários, de Elinaldo Rodrigues
A vida pulsa numa trincheira de luta em defesa da cultura popular, onde mestres e brincantes narram sua saga.

1500-Circular, de Chico Sales
Imerso no espaço/tempo da mais extensa linha de ônibus da capital paraibana, dentro/fora do veículo fluem variados cenários urbanos.

Na Lata, de Afonso Manoel da Silva Barbosa e Enver José Lopes Cabral
José é um catador de lixo, que vive numa favela localizada na capital da Paraíba. Ele trabalha os sete dias da semana no intento de sustentar sua família, percorrendo com seu carro de mão as ruas da cidade.

Amanda e Monick, de André da Costa Pinto

Filme Amanda e Monick

Dois travestis, um professor e o outro aluno vivem em realidades totalmente opostas, mas têm suas vidas cruzadas a partir do momento em que entram na sala de aula.

Uma História de Pescador, de Lílian Tandaya
Mesclando fotos e vídeos da pesca artesanal no município de Cabedelo, litoral da Paraíba.

Lúcio Lins de corpo e barco, de André Morais e Jorge Bweres
A história desse poeta é contada pela família e pelos amigos de vida e arte com muita emoção e saudade, eles são os principais narradores dessa trajetória.

Para os que conhecem a obra do autor será um momento de reencontro, para os que não conhecem será a oportunidade de iniciar o vínculo com uma obra de extrema sensibilidade.
Sessão Troféu Humberto Mauro
21:00h
Tenda Andorinha

Duração da sessão 1h17m
A Canção de Baal, de Helena Ignez
Poeta e cantor recusa de forma sarcástica convite de ascensão social de um mecenas, preferindo viver feliz como um artista marginal.

Uma das homenageadas do Festival Cineport, a diretora e atriz Helena Ignez, nesta ousada adptação da obra Bertoltd Brecht, demonstra toda a sua criatividade
Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA DIGITAL Ficção Curta
22:30h
Sala Digital

Duração da sessão 1h51m
Picolé, Pintinho e Pipa, de Gustavo Melo
O carro do troca-troca está passando em sua rua: garrafa velha, bacia velha, o moço troca por picolé, pintinho e pipa.

Superfície, de Rui Xavier
Por mais calma que pareça a superfície do oceano, cada vez que cruzamos a linha, que divide a terra do mar, entramos num mundo desconhecido e imprevisto.

Engano, de Cavi Borges
Um homem. Uma mulher. Uma cidade. Dois planos sequências.

Odisséia, de Rita Palma
Uma mulher sem memória do que viveu e um homem com receio do que possa vir a encontrar, Ulisses e Penélope vêem-se parados num tempo presente.

Dois Coveiros, de Gilson Vargas
A história dos irmãos gêmeos Luarte e Cávio que, isolados num mundo de pó e sol escaldante, em plena esterilidade de um deserto, vivem uma situação absurda.

O Atirador, de Juliano Verardi
O que você faria com um rifle no alto de um edifício? Um homem sobe com um rifle no alto de um edifício de uma grande cidade.

Na Terra das Monções, de Marcelo Domingues

No Brasil do século XVIII, um monçoeiro, homem encarregado de conduzir expedições por regiões desconhecidas em busca de ouro, tem o último jantar com a sua filha antes da sua partida.

Atlântico, de Fabio Meira


Atlântico

Desde uma ilha distante, dois náufragos apaixonados recordam o lugar de onde partiram.
Sessão Competitiva Troféu ANDORINHA
22:30h
Tenda Andorinha - Duração da sessão 1h38m
Goodnight Irene, de Paolo Marinou Blanco
Indicações: melhor filme – Paolo Marinou Blanco, melhores produtores – Maria João Mayer e François D´Artmare.

Alex é um ator inglês falhado, velho e solitário, que grava narrações para vídeos turísticos, e embebeda-se até adormecer. Bruno é um jovem e recatado serralheiro que se dedica à sua obsessão: lutar contra a passagem do tempo, invadindo casas de estranhos para fazer “registos” das suas vidas, que depois guarda num arquivo nas traseiras da sua loja. Partilham uma obsessão por Irene, uma atraente pintora, que tem toda a paixão pela vida que a eles lhes falta.

Música
24:00
Tenda Música
Hamilton de Hollanda

Hamilton é um músico contemporâneo que faz, sem exageros, apenas boa música. Um artista de imensa brasilidade que para definí-lo seria preciso adicionar, além do Choro, a fluência de um improvisador do jazz, a energia de um roqueiro, o swing de um sambista, a precisão de um músico erudito, o vocabulário da música brasileira e o inesperado toque do gênio.

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