Rafael Conde:
Mestre em Artes/Cinema pela USP, doutorando em Artes Cênicas pela UniRio e professor pesquisador da Escola de Belas Artes da UFMG. Entre seus trabalhos em cinema destacam-se: Uakti - Oficina Instrumental, Musika, A Hora Vagabunda, Françoise, Samba-Canção, Rua da Amargura, A Chuva nos Telhados Antigos e Fronteira, todos exibidos e premiados em festivais no Brasil e exterior.
Fernando Trevas Falcone:
Jornalista. Professor da UFPB na área de Comunicação e Cinema. Mestre em cinema pela Universidade de São Paulo. Foi redator da Folha de S. Paulo, diretor de redação da Revista TVA, consultor editorial da operadora de TV paga Sky e colaborador da revista Sras & Srs. Escreve sobre cinema em jornais de João Pessoa e desenvolve projeto de preservação da produção audiovisual paraibana com patrocínio da Petrobras.
Marcos Pimentel:
Documentarista formado pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños (EICTV – Cuba) e especializado em Cinema Documentário pela Filmakademie Baden-Württemberg, na Alemanha. Dirigiu documentários em cinema e vídeo como: A poeira e o vento, Taba, Pólis, Urbe, A arquitetura do corpo, O maior espetáculo da Terra, Biografia do tempo, Ilha, Nada com ninguém e Cemitério da memória, que ganharam 76 prêmios por festivais nacionais e internacionais.
Alexandre Moreira:
Cresceu assistindo filmes. Ainda que seu percurso de vida tenha lhe conduzido por outros caminhos, alguns estreitamente ligados ao fazer artístico, sua paixão pelo cinema dele fez um espectador contumaz, um colecionador de filmes e livros relacionados à arte e técnica de transformar sombras em pura emoção. Pela quarta vez atua como um pré-selecionador dos filmes inscritos no CINEPORT, trazendo para essa triagem o olhar do espectador comum, aquele indivíduo que se deixa seduzir pela história e os personagem que se agigantam na tela e na alma, quando as luzes se apagam.
Reunido no mês de agosto na cidade de Cataguases, Minas Gerais, sede da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, o júri dos Troféus Andorinha, Ficção e Documentário - composto por críticos de cinema africanos, brasileiros e portugueses avaliou a totalidade dos longas-metragens de ficção e documentário lançados em circuito comercial, em qualquer parte dos países de língua portuguesa, entre 1° de janeiro de 2010 e 30 de junho de 2011.
Brasil
Carlos Alberto Mattos– Rio de Janeiro (Presidente do Júri)
Crítico e pesquisador de cinema desde 1978, tendo passado pela Tribuna da Imprensa,IstoÉ, O Pasquim, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, O Globo e pelo site no.com.br. Foi um dos fundadores da revista Cinemais e coordenador de cinema e vídeo do CCBB-Rio entre 1989 e 1997. Criou e manteve, entre 2006 e 2008, o DocBlog, primeiro espaço regular e especializado em documentários da internet brasileira, no portal O Globo. Membro e ex-presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro, participou do júri da crítica nos festivais de Veneza, Berlim, Moscou, Istambul e Amsterdã, entre outros. É autor de livros sobre os cineastas brasileiros Walter Lima Jr., Eduardo Coutinho, Carla Camurati, Jorge Bodanzky, Maurice Capovilla e Vladimir Carvalho. Pesquisou e redigiu os textos de Animation Now! (Taschen). Dirigiu para o Canal Brasil o programa Jurandyr Noronha – Tesouros Quase Perdidos (2010). Atualmente, é crítico do website www.criticos.com.br, mantém
o blog www.carmattos.com e é redator da revista Filme Cultura.
José Geraldo Couto – São Paulo
José Geraldo Couto é jornalista, tradutor e crítico de cinema. Trabalhou durante mais de 20 anos na Folha de S. Paulo como repórter, crítico e colunista. Foi editor-assistente da revista Set entre 1987 e 1990. É autor dos livros André Breton: A Transparência do Sonho (Brasiliense), Brasil: Anos 60 (Ática) e Futebol Brasileiro Hoje (Publifolha). Publicou artigos e ensaios, entre outros, nos livros O Cinema dos Anos 80 (Brasiliense), Folha Conta 100 Anos de Cinema (Imago), Cinema Brasileiro: de O Pagador de Promessas a Central do Brasil (Publifolha) e Música Popular Brasileira Hoje (Publifolha). Colabora regularmente com as revistas Bravo! e Carta Capital e mantém o blog de cinema http://blogdozegeraldo.wordpress.com.
Marcelo Miranda – Minas Gerais
Repórter de cultura e cinema do jornal O Tempo (Belo Horizonte) e crítico de cinema da revista eletrônica Filmes Polvo. É também colaborador das revistas impressas Filme Cultura e Teorema e do projeto Programadora Brasil. Integrou a comissão de seleção do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte nas edições de 2007, 2008 e 2010. Ainda em 2010, foi membro da comissão de seleção de longas do 43º Festival de Brasília e jurado da mostra competitiva nacional de curtas da 12ª Mostra Londrina de Cinema.
Renato Félix – Paraíba
Renato Félix nasceu no Rio de Janeiro, em 1973. De pais paraibanos, mora em João Pessoa desde 1985, onde se graduou em Comunicação Social pela Universidade Federal da Paraíba, em 1997. Foi repórter dos jornais A União e Jornal da Paraíba, onde também foi crítico de cinema. Atualmente, é editor de cultura e responsável pelas críticas e principais reportagens de cinema do jornal Correio da Paraíba. Escreve no blog Boulevard do Crepúsculo e já colaborou com as revistas Set e Preview, de circulação nacional.
Portugal
António Loja Neves
Natural da ilha da Madeira, Portugal, António Loja Neves viveu em Cabo Verde e depois foi estudar em Lisboa, onde frequentou Medicina e cursou Realização na Escola Superior de Teatro e Cinema. Envolveu-se na luta clandestina anticolonial e contra a ditadura, e na atividade política e cultural antes e a seguir ao golpe de estado de 1974. Foi um dos fundadores da Federação Portuguesa de Cineclubes e da Apordoc, Associação Portuguesa do Documentário. Foi co-organizador dos Encontros Internacionais de Cinema de Cabo Verde e do Festival Panorama, do documentário português. Foi comissário, para a Culturgest, das retrospectivas "Cinemas de África", "Cinemas Árabes" e "Cinema dos Países Latino-Americanos" e do Ciclo de Cinema Brasileiro na Culturporto/Teatro Municipal Rivoli. Integra a equipa dirigente da Associação Portuguesa de Realizadores. É jornalista, no semanário "Expresso". Foi diretor da revista "Cinearma", chefe de redação da revista "Cinema em Português" e do semanário generalista "África", e co-fundador da revista "Cinema". Tem integrado inúmeros júris de festivais, em Portugal e no estrangeiro, e dirigido várias retrospectivas de cinema lusófono, em Espanha, França, Moçambique, Cabo Verde, Irlanda e em diversas cidades do Brasil.
Luísa Sequeira
Jornalista e produtora cultural, ela é um dos rostos mais famosos na promoção do cinema em Portugal. Formada em jornalismo e com especialização em realização de documentários, iniciou a sua carreira em Moçambique até regressar a Portugal para fazer parte da equipe do projeto "NTV". Apresenta diariamente o programa “Cumplicidades”, onde entrevista personalidades da vida cultural portuguesa. Produziu e coordenou vários projetos na área de televisão, vídeo instalação, vídeoclipes e outros conteúdos. Ela apresenta também o programa “Fotograma” da RTP, uma produção de grande sucesso dedicada à promoção do cinema em língua portuguesa. Luísa Sequeira produz ainda rubricas e conteúdos para o programa “Cinemax” da RTP, colabora com o site “Cinemax” e com o programa de rádio “Sala 1″ da antena 1. Atualmente é diretora de programação do Shortcutz, no Porto, um movimento internacional e semanal dedicado aos curtas-metragens. O Shortcutz existe em várias cidades: Lisboa, Londres, Berlim e Porto Festival, onde já é uma referência no panorama cultural de cada cidade.
Rui Tendinha
Nascido e criado em Angola, tem sido nos últimos anos o programador do Festival de Cinema do Estoril. Crítico de cinema dos canais temáticos da SIC e da Notícias Magazine, tem atualmente a seu cargo o espaço Sala de Cinema, na SIC Mulher. Já desempenhou o papel de vice-presidente da Fipresci, a maior associação mundial de críticos de cinema, e é frequentemente jurado em festivais como Rio de Janeiro, Moscou, Dubai, Brisbane e Hong Kong. È ainda coordenador do Shortcutz Lisboa, movimento de curtas-metragens portuguesas. Recentemente apresentou no Fantasporto o seu documentario Brecht-Livre Acesso e acabou de rodar o documentário Road to Mazgani, um road-movie sobre a turnê internacional do músico luso-iraniano Mazgani.
África
Carla Henriques – Moçambique
A moçambicana Carla Henriques é jornalista profissional, formada em Ciências da Comunicação pela Universidade Independente de Lisboa (1998), onde foi Co-fundadora e redatora do jornal “Único” (1993/1997). Ainda em 1998, trabalhou nas áreas internacional e econômica da revista “Valor”, mesmo ano em que passa a integrar o quadro de jornalistas da RDP África. Em 2000, torna-se Coordenadora de Edição na RDP África, função que exerce ainda hoje. Naquele mesmo ano, colabora como jornalista na atualização informativa do Portal de Voz da Telecel.